sexta-feira, 21 de março de 2014

"Disfagia o problema é mais comum do que imaginamos" - Informe-se!



Dia de atenção à disfagia tem orientação e debates


A disfagia é uma alteração na deglutição, ou seja, no ato de engolir alimentos ou saliva. E, a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) instituiu o dia 20 de março como o Dia de Atenção à Disfagia em todo o país. No Rio, os fonoaudiólogos estarão, a partir de 20 de março, em diversas unidades de saúde, orientando a população sobre os sintomas silenciosos da disfunção e suas consequências.

A doença pode ocorrer em diferentes fases da vida, especialmente em idosos, podendo trazer sérias consequências à saúde.  Alguns sinais da disfunção são  dificuldade ao engolir, sensação de algo parado na garganta, tosses ou engasgos frequentes causados por alimentos ou pela saliva, notar cansaço, febre, rouquidão ou restos de comida na boca após a alimentação.
Entre os pólos de orientação estão os setores de Fonoaudiologia do Posto de Saúde Dr. Garfield de Almeida, Hospital de Emergência da Prefeitura de Resende e Centro Médico de Reabilitação e Hidroterapia de Resende, Hospital Municipal Francisco da Silva Telles , Hospital Municipal Lourenço Jorge , Hospital Estadual Eduardo Rabello , Centro de Convivência do Idoso de Macaé, Hospital PLACI, Postos de Saúde da Família de Três Rios, Hospital Municipal de Magé e Hospital Estadual Prefeito João Batista Caffaro.

Fonte: Catacra Livre (consultada em 21/03/2014)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Dislexia, conheço alguém com ela?

A dislexia é um distúrbio de ordem neurológica que prejudica o entendimento de textos e de símbolos gráficos. É comum em um quadro de dislexia que a pessoa precise reler várias vezes um texto para compreendê-lo. Ela também afeta a linguagem escrita: em alguns casos, o disléxico escreve a mesma palavra de formas diferentes em um mesmo texto sem perceber. Também ocorre de a pessoa confundir palavras que têm sonoridades parecidas ao ouvi-las.
É normal que pessoas com dislexia descubram tê-la somente na fase adulta, ou então acabam nunca sabendo que a tem. 
Um disléxico terá dificuldades escolares, porém não o impede de concluir seus estudos, uma vez que em grande parte dos casos são pessoas inteligentes, porém que muitas das vezes não sabem lidar com a simbologia escrita. 
O disléxico normalmente adquire formas de lidar com sua dificuldade, porém a falta de tratamento e diagnóstico poderá sempre causar uma sensação de insegurança para esse indivíduo, uma vez que sua capacidade sempre será colocada em questão, em geral por ele mesmo.
Portanto, não importa a idade, se você conhece alguém que apresenta leitura lenta e pouco fluente, erros ortográficos sempre presentes, demora na construção de frases, dificuldade de seguir ordens longas, escrita espelhada, falta de concentração, dificuldades com noções de tempo e espaço, oriente-o a ir em um fonoaudiólogo, esses podem ser alguns sinais de um distúrbio muito comum que pode ser tratado. 

Fonte: 


domingo, 9 de março de 2014

A Comunica Fono Jr parabeniza todas as mulheres pelo seu dia!

Que a nossa garra e força, sejam sempre reconhecidas!

Feliz dia Internacional das mulheres!

sexta-feira, 7 de março de 2014

A gagueira é tão séria quanto a dislexia e o TDAH

Assim como já vem ocorrendo com a dislexia e o TDAH (condições que estão inclusive suscitando a criação de leis específicas para melhorar sua identificação precoce nas escolas), a gagueira, por força de sua prevalência (e também de sua significativa consequência), está finalmente começando a ser vista de forma menos negligente no ambiente escolar - pelo menos na Inglaterra. Esta é a perspectiva trazida pelo lançamento do programa educacional britânico "Wait, Wait, I%u2019ve not finished yet" ("Espere, espere, ainda não acabei%u2026"):
O objetivo do programa é oferecer a crianças com gagueira um apoio especializado semelhante ao que já é dado a crianças com dislexia e TDAH nas escolas britânicas, bem como capacitar professores para identificar e auxiliar alunos com distúrbios da comunicação oral.
O programa foi lançado pelo ator, escritor e comediante inglês Michael Palin (mais conhecido por ser um dos integrantes do famoso grupo Monty Python) e pelo secretário de educação britânico, Ed Balls. A reportagem também contou com a participação de Cherry Hughes (diretora educacional da British Stammering Association - Associação Britância de Gagueira).

Durante o lançamento, Michael Palin falou sobre sua experiência pessoal com a gagueira na família (seu pai era gago) e sobre a importância de oferecer ajuda especializada a crianças que gaguejam. Seu ativismo em favor de pessoas com dificuldades de comunicação teve início logo depois de seu papel no filme "Um Peixe Chamado Wanda", de 1988, em que ele interpretou um personagem com gagueira severa.

Ed Balls também falou sobre sua experiência pessoal com a gagueira e sobre as enormes dificuldades enfrentadas por essas crianças, entre elas o bullying. Na ocasião, ele manifestou o desejo do governo de ampliar ainda mais a ajuda para estudantes com dificuldades de comunicação.
Dado o enorme impacto que a gagueira pode ter sobre a qualidade de vida de uma pessoa, bem como a absoluta falta de conhecimento que a maioria da população ainda tem sobre o que é a gagueira persistente e qual a melhor forma de lidar com ela, o exemplo britânico deveria servir de estímulo para que outros países começassem a incluir a gagueira entre os distúrbios do neurodesenvolvimento que precisam muito de identificação precoce, tal como o autismo, a dislexia ou o TDAH %u2013 afinal, assim como ocorre com todos eles, a janela ideal de intervenção na gagueira tende a ser estreita.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Anéis e braceletes que ajudam a traduzir a língua de sinais

Os designers Cao Zu-Wei, Hu Ya-Chun, Huang Ching-Lan, Liao Po-Yang, Tsai Yu-Chi, and Yang Yi-Hsien, pensando na dificuldade que as pessoas possuem ao se comunicarem, do tempo que uma pessoa aprende a língua de sinais e de outras implicações, criaram um protótipo conceitual de um produto que, ao sincronizar movimentos de anéis e bracelete, consegue transformar gestos em palavras ou frases.
O equipamento, em seguida “traduz” os sinais também em um modo audível, e as sentenças são pronunciadas por um pequeno chinês que fica preso dentro do bracelete (conhecido também como alto-falante incorporado).


Outra função interessante é que a pulseira também pode traduzir voz para texto. Alguém fala, o aparelho identifica o que está sendo dito, traduz e exibe na tela do gadget. Isso tudo elimina a complexidade e o tempo da curva de aprendizado de uma língua de sinais, tornando a comunicação mais fácil entre essas pessoas.
Trata-se, por enquanto, de um conceito. E este projeto foi vencedor do Red Dot Design Award de 2013.

Fonte: http://meiobit.com/271839/aneis-braceletes-traduzem-lingua-de-sinais/                                                                                                                                   

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Projeto Coralistas

Os trabalhos da Comunica Fono Jr de 2014 já se iniciaram! 
Na última quarta-feira (19/02) foi realizado mais um encontro entre coralistas, desta vez com o grupo de coral da escola de música Tom Sete. Foi realizada uma palestra ministrada pela Fonoaudióloga Docente da FMRP-USP Dra. Aline Wolf, acompanhada pelos membros Luiza Olivan, Diretora Presidente e Ana Laura Fonseca, Diretora de Recursos Humanos. 
 O evento foi direcionado a questões referentes à fisiologia e anatomia da fonação, técnicas de aquecimento e desaquecimento vocal e dicas sobre como manter o bem estar vocal. No decorrer do evento todos os participantes tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre a voz, sobretudo no canto e no uso diário profissional.